Eu não sei pra onde a gente vai
Andando pelo mundo
Eu não sei pra onde o mundo vai
Nesse breu vou sem rumo
Vida que passa...
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Daqui a alguns dias, nada mais restará da borboleta que um dia habitou essa carcaça. Ficam gravadas na memória as cores que um dia estamparam esse parque.
Esse garoto inventou de grudar no carro, quando a gente foi na Fazenda Feijão, que fica numa comunidade quilombola em Serra Talhada. É chamado de Mané Mago ou Bicho Pau pelos locais. Tem uma cara muito engraçada, tipo desenho animado, e mais lembra um gafanhoto transgênico.
Que bichinho danado, viu? Nunca vi cachorro com tanta personalidade. Ele acha que é dono de tudo. Essa é a caixinha dele e, apesar de um tanto quanto apertada, também é defendida com unhas e dentes. Basta abrir a grade e ele entra e fica tomando conta do espaço. Mas é assim com a casa dele, com meu quarto, comigo, com a cama, com o sofá, com a almofada. Por causa disso, terminou que ele, digamos, fez um auê danado aqui em casa. Comigo junto, tudo estava lindo. Bastou eu sair para ele se plantar na grade e não deixar ninguém entrar nem sair. Alguém imagina essa coisa fofa transfigurado num pitt bull? Enfim... Pelúcio teve que voltar pra casa dele, justamente por causa dessa viagem aí abaixo descrita. Não tinha ninguém que ele conhecesse e respeitasse de fato e, com tanto temperamento forte, ficou difícil deixá-lo na minha casa. Pelúcio é assim. Sabe aquele gato-de-botas de Shrek? É ele. Trela, trela. E quando vamos brigar faz aquele olhinho de desamparado. Isso é muito feio, porque ele...
Bem... Devo me ausentar por mais um período. Tentarei ser breve. Mas na semana que vem, na segunda-feira mais precisamente, viajo para o Maranhão. De lá, trarei novidades a este diletísso espaço. É minha primeira vez por aquelas bandas, portanto, aguardem minhas impressões. :)
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