Eu não sei pra onde a gente vai
Andando pelo mundo
Eu não sei pra onde o mundo vai
Nesse breu vou sem rumo
13h30
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O pessoal da tripulação preparou uma armadilha enquanto esperava o retorno de Dimonique, para pescar siris no mar. Naquele local, duas ou três pessoas praticavam windsurfe apesar das placas proibindo esportes no local.
Esse garoto inventou de grudar no carro, quando a gente foi na Fazenda Feijão, que fica numa comunidade quilombola em Serra Talhada. É chamado de Mané Mago ou Bicho Pau pelos locais. Tem uma cara muito engraçada, tipo desenho animado, e mais lembra um gafanhoto transgênico.
Esse peixe, todo interativo e visivelmente esfomeado, mora no aquário do parque. A guria que estava lá disse para o pai: "Pai, isso aqui não é um aquário. É uma caverna". Ele: "É um aquário, não tá vendo que tem peixes?". E quem terá a razão?
Os moradores de um conjunto residencial no bairro de Laranjeiras, no Rio de Janeiro, acordaram assustados, na manhã desta quinta-feira. Por volta das 9h parte de um morro desabou, fazendo rolar toneladas de pedras para dentro de algumas casas e do quintal de um edifício na Rua Mário Portela. Uma moradora, que preferiu não se identificar, por pouco não foi soterrada. Ela estava estendendo roupas no varal, que fica na encosta do morro, dez minutos antes. "Perdi minhas roupas", comentou, calculando o prejuízo. "Foi horrível, acordamos com um estrondo que parecia um terremoto", relembra a cineasta Ana Quitéria (foto). "Estamos com medo, não sabemos o que fazer e nem temos para onde ir", diz, preocupado, o modelo e manequim Carlos Collier. O deslizamento também rompeu a tubulação de água do edifício e encobriu parte do quintal. As pedras chegaram até quase a altura da janela do prédio e provocaram graves rachaduras. A Defesa Civil só chegou por volta das 12h,...
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